Grileiros e posseiros são dois grupos com ideias diferentes, mas que tem semelhanças.
Grileiros :
Grileiro é um termo que designa quem falsifica documentos para de forma ilegal tornar-se dono por direito de terras devolutas ou de terceiros ou ainda quem está na posse ilegal de prédio ou prédios indivisos, por meio de documentos falsificados.
O nome grileiro vem, do ato de colocar documentos de posse de terra em gavetas com grilo para que esse documento ganhe uma aparência velha, fazendo com que o fiscal de terra acredite realmente que aquele documento é verdadeiro.
A grilagem é um dos motivos agravantes do exôdo rural no Nordeste. Além de graves disputas de terras no Centro-oeste e Amazônia.
Posseiros :
Posseiro é a pessoa que detém de fato a posse de uma gleba de terra, mas não é o dono de direito, não possuindo assim documentação e registro em cartório, como por exemplo, quem ocupa terras devolutas sem registro e titulação em cartório.
Os posseiros estão ainda em briga constante com os grileiros, pois de acordo com os posseiros, oque os grileiros tem na verdade não são deles.
Posseiro é a pessoa que detém de fato a posse de uma gleba de terra, mas não é o dono de direito, não possuindo assim documentação e registro em cartório, como por exemplo, quem ocupa terras devolutas sem registro e titulação em cartório.
Gabriel Vaccaro
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
sábado, 21 de setembro de 2013
Tríplice Aliança
As forças militares da Tríplice Aliança eram, no início da guerra, francamente inferiores às do Paraguai, que contava com mais de 60 mil homens e uma esquadra de 23 vapores e cinco navios apropriados à navegação fluvial. Sua artilharia possuía cerca de 400 canhões
As tropas reunidas do Brasil, da Argentina e do Uruguai, prontas a entrar em ação, não chegavam a 1/3 das paraguaias. A Argentina dispunha de aproximadamente 8 mil soldados e de uma esquadra de quatro vapores e uma goleta. O Uruguai entrou na guerra com menos de três mil homens e nenhuma unidade naval. O Brasil possuía menos de 12 mil soldados treinados. A vantagem dos brasileiros estava em sua marinha de guerra: 42 navios com 239 bocas de fogo e cerca de quatro mil homens bem treinados na tripulação. E grande parte da esquadra já se encontrava na bacia do Prata, onde havia atuado, sob o comando do Marquês de Tamandaré, na intervenção contra Aguirre.
Na verdade, o Brasil achava-se despreparado para entrar em uma guerra. Apesar de sua imensidão territorial e densidade populacional, o Brasil tinha um exército mal-organizado e muito pequeno. E, na verdade, tal situação era reflexo da organização escravista da sociedade, que, marginalizando a população livre não proprietária, dificultava a formação de um exército com senso de responsabilidade, disciplina e patriotismo. Além disso, o serviço militar era visto como um castigo sempre a ser evitado e o recrutamento era arbitrário e violento. As tropas utilizadas até então nas intervenções feitas no Prata eram constituídas basicamente pelos contingentes armados de chefes políticos gaúchos e por alguns efetivos da Guarda Nacional. Um reforço era, portanto, necessário. Para garantir um número de soldados suficientes o governo criou os batalhões de Voluntários da Pátria, cidadãos que se apresentavam para lutar inicialmente instigados pelo sentimento patrióticos, mas com o passar do tempo recrutados à força. Muitos eram escravos enviados por fazendeiros e negros alforriados. A cavalaria era formada pela Guarda Nacional do Rio Grande do Sul.
Segundo o Tratado da Tríplice Aliança, o comando supremo das tropas aliadas caberia a Bartolomeu Mitre, presidente da Argentina. E foi assim na primeira fase da guerra.
Leandro Gallo
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Abolição do trafico negreiro
A imagem mostra um barco de trafico negreiro, que mais tarde sera proibida pela Inglaterra como mostra o titulo da postagem, mas a imagem mostra como os escravos eram tratados e como eles eram transportados. Praticamente, condições sub-humanas.
Explicação da relação entre a abolição do tráfico negreiro, o crescimento da imigração europeia e a Lei de Terras no Brasil com a agroexportação cafeeira
(Douglas Peixinho)
Charge
Faz a alusão de que o governo anda armado e rouba de todas as pessoas, é representado pelo nome de juros.
Kennedy
sábado, 14 de setembro de 2013
Ideologias Nazistas
A essência
do fascismo e do nazismo está no totalitarismo,
especificamente na noção de controle totalitário, ou seja, na ideia de que o
Estado, e em última instância o chefe-de-Estado (no caso da Alemanha o Führer),
deveria controlar tudo e todos. Para isso a homogeneização da sociedade é
fundamental. As formas de controle social em regimes totalitários geralmente
envolvem o uso e exacerbação do medo a um grau
extremo. Todos passam a vigiar a todos e todos se sentem vigiados e
intimidados. Cada indivíduo passa a ser "os olhos e ouvidos" do Führer no processo
de construção de uma sociedade totalitária. Neste processo
de homogeneização totalitária, os inúmeros festivais, atividades cívicas, com
mobilização das massas nas ruas foram determinantes.
Para controlar tudo e
todos, o nazismo instigava e exacerbava ao extremo o nacionalista, geralmente
associado às rivalidades com outros países suposta ou realmente ameaçadores. A
ideia de um inimigo externo extremamente poderoso é funcional unir a sociedade
contra o "inimigo comum". O medo de um inimigo externo é funcional
para aglutinar socialmente povos que até pouco tempo não se identificavam
enquanto uma só nação, como foram os casos de países unificados apenas no
século XIX (Alemanha e Itália). Como Freud havia demonstrado, a necessidade da criação
artificial da identidade em grupos sociais pode levar à homogeneização forçada
destes, e a existência de membros diferentes no grupo é desestabilizadora, o
que leva o grupo a tentar eliminá-lo. Tão relevante é esta explicação para
entender o fenômeno do fascismo e do
nazismo, que as obras de Freud estiveram
entre as primeiras a serem queimadas nas famosas queimas de livros organizadas
pelo Partido Nazista em 1933 e 1934.Entretanto, era necessário algo mais, além
do medo de um inimigo externo, para conseguir atingir o ultra-nacionalismo e o totalitarismo. Era
funcional criar inimigos internos, sorrateiros, subterrâneos, conspiratórios.
No fascismo, o papel de
'inimigo sorrateiro' é destinado ao comunismo e aos comunistas como um
todo. Já o nazismo acrescenta ao rol de inimigos - em que já estava incluído o
comunismo - algumas minorias étnico-religiosas: os judeus, em um
primeiro momento, e depois os ciganos e os povos eslavos (já durante
a Segunda Guerra Mundial). A partir
disto é que se torna central o segundo pilar do nazismo - a ideologia da
superioridade racial ariana.
Leandro Gallo
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Lei de Terras no Brasil
Lei de Terras
A Lei de Terras foi aprovada no mesmo ano da lei Eusébio de Queirós, que previa o fim do tráfico negreiro e sinalizava a abolição da escravatura no Brasil. Grandes fazendeiros e políticos latifundiários se anteciparam a fim de impedir que negros pudessem também se tornar donos de terras.
Chegavam ao país os primeiros trabalhadores imigrantes. Era a transição da mão de obra escrava para assalariada. Senão houvesse uma regulamentação e uma fiscalização do governo, de empregados, estes estrangeiros se tornariam proprietários, fazendo concorrência aos grandes latifúndios.
Promulgada por D. Pedro II, esta Lei contribuiu para preservar a péssima estrutura fundiária no país e privilegiar velhos fazendeiros. As maiores e melhores terras ficaram concentradas nas mãos dos antigos proprietários e passaram às outras gerações como herança de família.
(Douglas Peixinho)
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